Submissões

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Condições para Submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita e não se encontra sob revisão ou para publicação junto de outra revista ou qualquer tipo de obra. Caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao Editor".
  • Se o artigo contiver imagens, essas deverão ser encaminhadas em formato .png ou .jpg e em arquivos separados, isto é, não inseridos no interior do próprio texto, com resolução mínima de 300 dpi. No arquivo referente ao texto, o local aproximado onde devem ser inseridas as figuras, gráficos, tabelas ou análogos, deverá ser indicado através da inserção das legendas (no idioma do artigo).
  • Os autores transferem os direitos de autor para a Anthropocenica. Revista de Estudos do Antropoceno e Ecocrítica (ISSN 2184-8297 e-ISSN 2184-8289).
  • Na submissão inicial enviam-se três ficheiros separados: um com o texto a submeter contendo todos os elementos de identificação do(s) autores(s); outro com o mesmo texto, mas sem esses elementos; outro ainda com um resumo da(s) biografia(s) pessoal(ais), incluindo a(s) respetiva(s) afiliação(ões) institucional(ais) e identificador(es) ORCID.
  • O texto segue as normas de submissão descritas em Instruções para Autores, na secção “Sobre a Revista”, nomeadamente encontra-se em formato Microsoft Word, usa a fonte de 12 pontos e espaço entre linhas de 1.5 pontos.

Instruções para Autores

Os trabalhos propostos à Anthropocenica devem ser submetidos eletronicamente após realização de registo.

 

Normas para submissão

1. As seguintes categorias de textos são admitidas na Revista:

  • Artigos de investigação com resultados inéditos e consolidados de pesquisa;
  • Recensões críticas sobre obras publicadas há menos de 4 anos;
  • Traduções de textos de reconhecida importância na comunidade científica.

2. Os textos devem ser submetidos num único arquivo, seguindo a seguinte formatação:

  • Microsoft Word, extensão *.doc, *.docx;
  • Fonte Times New Roman, corpo 12, espaço entre linhas 1.5;
  • Tabulação padrão no início de parágrafos;
  • Margens da página: 3 cm (superior e esquerda) e 2 cm (inferior e direita);

3. Compuscritos dos artigos.

3.1. Devem conter obrigatoriamente os seguintes elementos:

  • título no idioma do texto e em inglês (title) com a extensão máxima de 20 palavras;
  • resumo no idioma do texto e em inglês (abstract) entre 150 e 200 palavras;
  • palavras-chave, num mínimo de 4 (quatro) e máximo de 6 (seis), separadas por ponto e vírgula, no idioma do texto e em inglês (keywords);
  • extensão entre 7500 e 10000 palavras.

3.2. Título e entretítulos só devem ter inicial maiúscula na primeira palavra, não devem terminar com ponto final (apesar de poderem ter outras formas de pontuação – interrogação ou exclamação) e podem ser numerados se a numeração favorecer a estrutura do texto.

3.3. Deve usar-se aspas curvas duplas (“ ”) para expressões ou palavras irónicas, calão ou sentido figurado, para introduzir citações ou o título de um artigo ou capítulo de livro.

3.4. Deve usar-se itálico e não negrito no corpo do texto para indicar títulos de livros, para introduzir neologismos ou estrangeirismos, para assinalar palavras ou expressões que mereçam destaque do ponto de vista semântico.

3.5. Os elementos gráficos podem ser de três tipos: tabelas, gráficos e figuras (esquemas, desenhos, fotografias, infografias). No corpo do texto, as menções aos elementos gráficos aparecem sempre por extenso (ex. na Tabela 1). Todos os elementos gráficos têm legenda e não título. As legendas não têm ponto final. As figuras e tabelas devem ser inseridas no texto e enviadas separadamente. O formato utilizado para gráficos e figuras, que deverão vir sempre inseridos no texto Word, é o JPEG ou o PNG, com uma resolução de pelo menos 300 dpi. As tabelas devem estar em formato editável, sem conversão em imagem.

3.6. A obtenção de autorização para utilização de imagens é de total responsabilidade dos autores.

3.7. Deve usar-se notas de pé de página e não notas de fim de documento.

4. Compuscritos das recensões.

4.1. Devem ter uma extensão máxima de 2000 palavras.

4.2. Devem seguir 1.3.3 e 1.3.4.

4.3. Não devem conter elementos gráficos.

4.4. Não devem conter notas de pé de página.

5. Compuscritos das traduções.

5.1. Devem estar acompanhadas de declaração de autorização para eventual publicação na revista, datada e assinada por quem detém os direitos autorais do texto traduzido.

6. Os textos em língua portuguesa devem ser coerentes relativamente ao Acordo Ortográfico, em vigor desde 13 de maio de 2009.

7. Citação e referenciação bibliográfica (sistema de referenciação-citação APA-7ª edição).

7.1. No corpo do texto.

7.1.1. Todas as citações devem ser traduzidas para a língua em que o texto está redigido. Não se coloca em rodapé a versão original do trecho traduzido.

7.1.2. As citações fazem-se dentro de aspas angulares ou latinas (« »), em texto normal e não em itálico. As citações com 40 ou mais palavras figuram destacadas do corpo do texto, em tabulação recuada, letra um ponto inferior (12pt) e sem aspas.

7.1.3. As referências bibliográficas relativas às citações incorporadas seguem o seguinte formato: (Crutzen & Stoermer, 2000, p. 17). Em citações no corpo do texto, a pontuação (ponto final ou vírgula) é colocada a seguir à referência. As citações destacadas terminam com ponto final antes da referência.

7.1.4. Não se usam expressões como idem, ibidem, apud, op. cit.

7.1.5. Para citações em segunda referência: (citado em Crutzen, 2002, p. 23) (citado em Kovarick, Crutzen, 2002, p. 23).

7.2. Na bibliografia final.

7.2.1. As referências bibliográficas devem ser elencadas em ordem alfabética.

7.2.2. Os três principais tipos de referências bibliográficas utilizados em textos académicos incluem livros, capítulos de livros e artigos em revistas científicas:

  • Livros
    • Bonneuil, C. & Fressoz, J.-B. (2016). The shock of the Anthropocene: The Earth, history and us (trans: Fernbach, D.). London: Verso.
    • Coupe, L., (ed.) (2000). The Green Studies Reader: From Romanticism to Ecocriticism. London: Routledge.
    • Glotfelty, C. & Fromm, H., (eds.) (1996). The Ecocriticism Reader: Landmarks in Literary Ecology. Athens: University of Georgia Press.
    • Schwägerl, C. (2014). The Anthropocene: the human era and how it shapes our planet (trans: Renner, L.). Santa Fe and London: Synergetic Press.
  • Capítulos de livro
    • Hamilton, C., Bonneuil, C. & Gemenne, F. (2015). Thinking the Anthropocene. In: C. Hamilton, C. Bonneuil & F. Gemenne (Eds.) (2015). The Anthropocene and the global environmental crisis: rethinking modernity in a new epoch (pp. 1–13). London and New York: Routledge.
    • Slovic, S. (2000). Ecocriticism: Containing Multitudes, Practising Doctrine. In: Laurence Coupe (Ed.) (2000). The Green Studies Reader: From Romanticism to Ecocriticism (pp. 160-162). London: Routledge.
  • Artigos em Revistas Científicas
    • Crutzen, P. & Stoermer, E. (2000). The “Anthropocene”. Global Change Newsletter 41: 17-18.
    • Estok, S. (2009). Theorizing in a Space of Ambivalent Openness: Ecocriticism and Ecophobia. ISLE: Interdisciplinary Studies in Literature and the Environment 16: 203-25.
  • Documento na Internet
    • As referências que reportem a localizações na Internet são precedidas da expressão “Retirado de”, sem menção à data de consulta da ligação.
    • Slovic, S. (2008). The Third Wave of Ecocriticism: North American Reflections on the Current Phase of the discipline. Retirado de: http://ecozona.eu/ article/download/312/283
    • Trischler, H. (Ed.). (2013). Anthropocene Envisioning the Future of the Age of Humans. RCC Perspectives, 3. Retirado de: http://www.environmentandsociety.org/ sites/default/files/1303_anthro_web.pdf

8. A responsabilidade por informações pessoais, correções gramaticais e ortográficas é de inteira responsabilidade do autor, ou do autor principal, em caso de coautoria.

9. Para a avaliação ser feita em anonimato, devem ser enviados adicionalmente dois documentos.

9.1. Um documento contendo o texto, mas removendo dele qualquer informação de identificação, incluindo nome(s) do(s) autor(es), afiliação institucional, agradecimentos, financiamentos atribuídos, auto-citações, etc. No texto, essa informação pode ser substituída provisoriamente por expressões como “[referência removida para manter a integridade do processo de revisão]”. As referências dos trabalhos do(s) autores(s) devem aparecer no topo da lista de referências como “Autor(es)” ou “Citação do Autor(es)” com o ano de publicação.

9.2. Outro documento contendo a seguinte informação: (a) título do texto; (b) nome(s) do(s) autor(es); (c) nota biográfica com alguns dados curriculares do(s) autor(es), incluindo a informação completa sobre a afiliação institucional (Universidade/Faculdade/Departamento ou Centro de Investigação) de todos os autores; moradas completas (incluindo rua, código postal, cidade e país), endereço eletrónico e identificador ORCID. Estes dados ficarão disponíveis na versão publicada do artigo, pelo que, ao fornecê-los, o(s) autor(es) consente(m) a sua divulgação nesse volume da revista.

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