Uma Viagem à Índia enquanto arte de viver

Autores

  • Pedro Manuel Meneses

DOI:

https://doi.org/10.21814/diacritica.688

Palavras-chave:

Viagem, Humano, Ética, Potência, Desejo

Resumo

 Uma Viagem à Índia de Gonçalo M. Tavares é uma epopeia que parodia Os Lusíadas de Luís de Camões, o texto-fonte da identidade portuguesa. Não se debruça sobre questões identitárias portuguesas. Bloom é português, mas a obra concentra-se em investigar o geograficamente invariável no comportamento humano. O destino de Bloom, jovem adulto que faz uma viagem iniciática, depois de um acontecimento trágico, permite refletir sobre o uso ético da potência do corpo, o que faremos ensaiando ligações intertextuais com O Osso do Meio. Não se dedicou a uma ocupação, nem assumiu a responsabilidade pelo crime que cometeu. No final da obra, revelará uma indiferença ético-moral perigosa. 

 

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Publicado

05-01-2022

Como Citar

Meneses, P. M. (2022). Uma Viagem à Índia enquanto arte de viver. Diacrítica, 35(3), 43–54. https://doi.org/10.21814/diacritica.688