Um nada fica a lembrar-se para sempre. Seis razões para gostar dos romances de Vergílio Ferreira

Autores

  • Luís Mourão Instituto Politécnico de Viana do Castelo

DOI:

https://doi.org/10.21814/diacritica.239

Palavras-chave:

Vergílio Ferreira, romance português, romance-problema

Resumo

Os romances de Vergílio Ferreira fazem da nossa existência um romance que começa a ser escrito, obrigam a atravessar fronteiras (espaciais, filosóficas, genológicas), elucidam sobre a nossa condição de meta-animais físicos, dão-nos a linguagem segundo um modo análogo ao do jazz, ensinam que o amor vem só depois do fim e que o mundo é habitável se o olharmos a partir do impoder, dessa capacidade de levarmos o nosso abandono pela mão.

Referências

BARTHES, Roland (1957). Mythologies. Paris: Seuil.

DELEUZE, Gilles & GUATTARI, Félix (1991). Qu’est-ce que la Philosophie? Paris: Minuit.

FERREIRA, Vergílio (1959). Aparição. (16a ed.). Lisboa: Bertrand.

(1965). Alegria Breve. (5a ed.). Lisboa: Bertrand.

(1971). Nítido Nulo. (3a ed.). Lisboa: Bertrand.

(1979). Signo Sinal. Lisboa: Bertrand.

(1983). Para Sempre. Lisboa: Bertrand.

(1987). Até Ao Fim. Lisboa: Bertrand.

(1990). Em Nome da Terra. Lisboa: Bertrand.

(1993). Na Tua Face. Lisboa: Bertrand.

(1994). Conta-Corrente Nova Série 3. Lisboa: Bertrand.

(1996). Cartas a Sandra. Lisboa: Bertrand.

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Publicado

03-10-2018

Como Citar

Mourão, L. (2018). Um nada fica a lembrar-se para sempre. Seis razões para gostar dos romances de Vergílio Ferreira. Diacrítica, 31(2), 233–242. https://doi.org/10.21814/diacritica.239