Publicado: 2020-12-31

Saúde em rede: conhecendo as Unidades Básicas de Saúde em Campinas-SP (Brasil)

Centro Universitário UniMetrocamp
Unicamp
Centro Universitário UniMetrocamp
Sistema Único de Saúde (SUS) Centros de Saúde educação superior autonomia profissional Unified Health System (UHS) Health Centers higher education professional autonomy

Resumo

Tendo como referência o trabalho realizado pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em diferentes bairros da cidade de Campinas-SP, o presente artigo tem como objetivo o relato de uma experiência sobre o ensino dos equipamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), em meio virtual, para estudantes de formação profissional em Saúde durante a pandemia do COVID19. Metodologia: partimos de algo que é familiar ao aluno – o bairro onde mora – e construímos uma rede de relações a partir da UBS e que se encontram na assistência dos Distritos de Saúde. Resultados: Considerando a realidade local descrita pelos alunos, foi possível refletir sobre: a atenção primária em saúde e serviços disponíveis para a população, a necessidade de políticas intersetoriais para a saúde, envolvendo a manutenção dos espaços de lazer, segurança e transporte e o papel dos diferentes profissionais de saúde. Conclusão: A ação possibilitou aproximar os alunos da realidade do sistema único de saúde no Brasil a partir das memórias pessoais e da experiência. Enfatiza-se, para tanto, a necessidade de estratégias de sensibilização do futuro profissional da saúde, com vistas à formação ética e que garanta a esses alunos sua autonomia como cidadãos.

1. Introdução

A pandemia COVID-19 promoveu intensas e significativas mudanças na área da educação e, com o distanciamento social, grande parte das instituições de ensino recorreu às aulas remotas como estratégia emergencial, substituindo aquelas ministradas presencialmente. Para sua efetivação e eficácia na construção do conhecimento na formação profissional, fez-se necessário a utilização de recursos didáticos que contemplassem o espaço virtual. Nesse sentido, considera-se com Freire (2014), a relação entre o compromisso do futuro profissional com a sua capacidade de atuar e refletir, pois

[...] como não há homem sem mundo, nem mundo sem homem, não pode haver reflexão e ação fora da relação homem – realidade. Esta relação homem – realidade, homem – mundo, ao contrário do contato animal com o mundo, como já afirmamos, implica a transformação do mundo, cujo produto, por sua vez, condiciona ambas, ação e reflexão. É, portanto, através de sua experiência nestas relações que o homem desenvolve sua ação-reflexão, como também pode tê-las atrofiadas. Conforme se estabeleçam estas relações, o homem pode ou não ter condições objetivas para o pleno exercício da maneira humana de existir (Freire, 2014, p. 8)

O professor de ensino superior tem como desafio rever o seu lugar no processo de ensino e aprendizagem, transformando-se em um facilitador para que o aluno possa buscar e construir o conhecimento com base na experiência.

O corpo docente da disciplina Fundamentos da Saúde Humana se familiarizou com diversas ferramentas, incorporando o uso de tecnologias virtuais que potencializam o acesso à informação e a reunião em grupos, visando o alcance do saber de forma democrática e ampliada. Uma análise atual mostra que as tecnologias digitais, quando bem aplicadas, favorecem a comunicação entre professores e estudantes, famílias e escolas ou universidades. Enquanto recursos muito simples, como o WhatsApp, já possibilitavam o encaminhamento de atividades aos estudantes, ambientes virtuais de aprendizagem agora apoiam o desenvolvimento de atividades mais elaboradas e, inclusive, exercícios realizados em grupo.

Assim, tendo como referência o trabalho realizado pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em diferentes bairros da cidade de Campinas-SP, o presente artigo tem como objetivo o relato de uma experiência sobre o ensino dos equipamentos do SUS, em meio virtual, para estudantes de formação profissional em Saúde durante a pandemia de COVID-19.

2. Metodologia

O relato do presente artigo baseia-se na experiência de professores do Ensino Superior do Centro Universitário UniMetrocamp, localizado na cidade de Campinas, estado de São Paulo, Brasil. A disciplina Fundamentos da Saúde Humana é ofertada no primeiro semestre dos cursos da área da saúde, como: Fisioterapia, Nutrição, Enfermagem, Educação Física, Biomedicina e Farmácia. Tem como objetivo apresentar temáticas relevantes para a saúde pública, tais como: determinantes sociais em saúde, políticas de saúde pública, programas sociais em saúde, entre outras.

No primeiro semestre de 2020, as aulas dessa disciplina foram ministradas on-line, com duração de três horas, cujo acesso se deu por meio da Plataforma Zoom. Os docentes tiveram uma semana para adequar conteúdos e estratégias de ensino, considerando ainda as dificuldades de participação, leitura e acesso às aulas relatadas pelos estudantes.

Pautadas pelos princípios da autonomia, reflexão e crítica, as estratégias de ensino utilizadas objetivaram essencialmente neutralizar a posição passiva do aluno quando em aula remota, evidenciando ações que privilegiam a construção do conhecimento a partir da participação do aluno.

A aula sobre a “Saúde em rede” na cidade de Campinas-SP pode, então, ser sintetizada a partir da seguinte rotina:

  1. Apresentação dos conceitos de base, retomando o conceito de saúde (OMS);
  2. Familiarização com as informações sobre o SUS na cidade de Campinas, utilizando como recurso informações disponíveis no site da secretaria de saúde da prefeitura de Campinas (http://www.saude.campinas.sp.gov.br/saude/ ). Nesse momento, os alunos identificaram as características e funções das diferentes unidades de saúde que compõem a rede de atendimento, destacando como principais os distritos de saúde e centros de saúde;
  3. Localização do local de moradia dos alunos com base no mapa que subdivide a cidade em distritos de saúde;
  4. Divisão dos grupos considerando os cinco grandes distritos. Caso necessário, devido ao número de alunos por distrito, foi necessário uma subdivisão por bairros próximos. Houve, ainda, grupos formados por moradores de cidades vizinhas;
  5. Construção das narrativas;
  6. Relato e discussão final.

No formato de aula presencial, para além dessa rotina, contaríamos com uma visita à UBS local, contemplando a experiência de ressignificar os serviços ofertados pelo bairro. Assim, no campo virtual, partindo da organização dos grupos, as narrativas deveriam considerar:

  1. A criação de um mapa com a rede de atendimento presente no bairro onde mora (UBS, UPA, Hospitais, etc.)
  2. A criação de uma rede de conexão entre as diferentes esferas da vida pública, considerando que é preciso haver articulação entre saúde e demais políticas sociais, tais como de Educação, Habitação, Emprego, Trabalho, Cultura e Lazer, com base em suas experiências.

Os relatos, os quais apresentam como características comuns as estratégias que visaram problematizar as diferentes formas de intervenção dos futuros profissionais da saúde.

3. Resultados e discussão

[...] Os marcos urbanos, associados a hábitos cotidianos, funcionam como colunas mestras na construção do texto memorialístico. A imagem de edifícios, ruas e bairros condensa-se tão fortemente a crenças, sonhos e preconceitos, que o roteiro da narrativa é oferecido ao leitor, de início, alegorizado na malha citadina (Menezes, 2007, p. 18.)

Parte da adaptação ao ambiente virtual envolveu a adoção de estratégias de ensino que valorizassem a participação dos alunos, consideradas fundamentais para promover maior dinamismo e interatividade em sala. Seguindo tal perspectiva, na aula intitulada “Saúde em rede: as Unidades Básicas de Saúde em Campinas” buscamos sensibilizar o olhar para o cotidiano, questionando: Qual o papel da Unidade Básica de Saúde (UBS) para o atendimento da população? Quais serviços oferece? Quando procurar os serviços de atendimento à saúde? Interessante notar que muitos alunos e seus familiares utilizam os serviços do posto de saúde (“postinho”) do bairro onde moram. Partindo, então, do que é familiar, buscamos provocar o estranhamento àquele ambiente familiar, partindo da organização e discussão em grupos, localizando o conhecimento dado pela experiência ao campo das discussões da Saúde Pública.

No que tange aos níveis de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), a UBS pode ser considerada como a “porta de entrada” ou, ainda, a base para que o atendimento e o acompanhamento no campo da saúde sejam realizados. Cerca de 80% dos problemas relacionados à saúde podem ter sua resolução neste primeiro nível de atendimento. Dessa forma, notamos um grande avanço no campo das políticas públicas que tem como referência a atenção básica (AB), revelando-se como principal estratégia para a reorganização do sistema nacional de saúde, considerando-se seu lugar de “ordenadora, coordenadora ou gestora do cuidado” (Oliveira, 2016).

O desenvolvimento das ações do SUS no Brasil segue ancorado por princípios doutrinários, previstos pela legislação vigente, prevendo equidade, universalidade e integralidade. Tais princípios, de base democrática, seguem acompanhados por um conceito de saúde que pressupõe, segundo a OMS, um completo estado de bem-estar físico, mental e social. Nesse conjunto, além do tratamento, a promoção da saúde se torna um aspecto central nas estratégias relativas aos cuidados da saúde da população. O paciente passa, então, a ser sujeito/agente, também responsável por sua saúde (Haeser, Buchele & Brzozowski, 2012).

Visando à compreensão da ação e do papel da atenção básica para a organização da oferta de serviços de saúde para a população, a opção foi sensibilizar, observar e rememorar para que, então, a reflexão sobre o papel do SUS na vida dos futuros profissionais da saúde fossem ressignificadas. A UBS, no caso, passa a ser um possível “marco urbano” (Menezes, 2007, p. 2), aludindo ao reconhecimento de um discurso silencioso, impresso na malha urbana. Reconhecer tal discurso, foi essencial para que pudéssemos tecer o “compromisso do [futuro] profissional com a sociedade”, considerando que esse seja capaz de seguir a célebre frase “estando no mundo, saber-se nele” (Freire, 2014), de trazer à consciência os limites e possibilidades no encontro com as políticas públicas de saúde no Brasil.

Diante desse quadro, abordar o SUS e, em especial, o lugar que a Unidade Básica de Saúde ocupa na vida da população, envolve considerar um conjunto de estratégias tão diversas quanto as características físicas do prédio e do entorno, como também revelam os aspectos socioeconômicos do sistema de saúde.

A aula partiu do reconhecimento de que, tal como sugere a OMS, a saúde deve ser vista como um recurso para a vida, e não como objetivo de viver. Tal concepção reflete, de forma geral, uma visão intersetorial dos cuidados, materializando-se na manutenção de parques e jardins, na oferta de transporte público, construção de ciclo faixas, segurança pública, educação, visando a participação dos usuários como sujeitos autônomos e críticos.

Os alunos se familiarizaram, então, com as informações e canais de comunicação disponíveis no site da secretaria municipal de saúde de Campinas, identificando que as unidades de saúde se apresentam subdivididas conforme atribuições:

  • Distritos de Saúde - Unidades integrantes da gestão, responsáveis regionais pela coordenação das ações de saúde, com área de abrangência definida e na qual estão englobadas diversas unidades de diferentes tipos.
  • VISAs Distritais - Unidades responsáveis pela vigilância em saúde em áreas de abrangência coincidentes com a divisão dos Distritos de Saúde ao qual se vinculam.
  • Centros de Saúde - Unidades básicas de saúde. Atendimento da população existente em sua área de abrangência, subordinadas ao Distrito de Saúde.
  • Urgência e Emergência - Unidades especializadas no atendimento de Urgência e Emergência, tais como SAMU, Pronto-Atendimentos, Hospital Mario Gatti e conveniados.
  • Unidades de Referência - Unidades destinadas ao atendimento especializado, tais como Policlínicas, CAPS, Referências (CEO, Idoso, Reabilitação, etc.)
  • Outras Unidades - Unidades de atendimento direto ao usuário, em sua maioria, e que atuam na regulação, tais como Centros de Convivência, Farmácias Populares, Laboratório, SAMU, etc. (http://www.saude.campinas.sp.gov.br/saude/ )

O acesso ao site da prefeitura de Campinas revelou o conjunto de informações disponíveis para a população, bem como as diretrizes de trabalho e, ainda, a divulgação de notícias para a população. Alguns alunos, moradores de cidades vizinhas, identificaram que o tratamento baseado nas informações não é o mesmo. Podemos compreender que, para poder procurar por atendimento, cabe compreender – como educação para a saúde – o papel das diferentes instâncias. Assim, colocando em destaque os Centros de Saúde, observamos como atribuições:

  • Consultas e especialidades, enfermagem, clínica médica, odontologia, pediatria, ginecologia obstetrícia;
  • Serviços assistenciais como aplicação de medicamentos, atendimentos programáticos de enfermagem, inalações, procedimentos complexos de enfermagem, verificação de sinais vitais, vacinação de adultos e crianças, procedimentos cirúrgicos básicos, tratamento odontológico preventivo, curativos, serviços de atenção à tuberculose, programa de saúde da família, controle e acompanhamento à gestação;
  • Exames de Apoio Diagnóstico, acuidade visual, papanicolau, exames laboratoriais, biópsias, eletrocardiograma, glicosimetria;
  • Vigilância em Saúde, acidentes de trabalho, carteira de saúde, vigilância epidemiológica e sanitária, atividades externas, atendimentos domiciliares e convocações;
  • Outros serviços especializados, esterilização de materiais, farmácia, informações gerais de saúde (http://www.saude.campinas.sp.gov.br/saude/).

Para a organização das ações de saúde, bem como para o acesso e controle das políticas públicas, os serviços de saúde na cidade de Campinas encontram-se subdivididos nos cinco distritos de saúde. São eles: Norte, Sul, Leste, Sudoeste e Noroeste. Foi proposta, então, uma subdivisão das turmas em grupos que deveriam, necessariamente, respeitar o local de moradia. A atividade remota suscitou a necessidade de uma adaptação na forma como os alunos se relacionam, bem como exigiu uma célere adaptação da turma às exigências do trabalho proposto. Rapidamente, usando o WhatsApp, os próprios alunos se organizaram em um grande grupo da turma para, então, realizarem as subdivisões. Notou-se, no início da atividade, a necessidade de uma nova subdivisão por bairro. Cabe destacar que, por meio de uma ferramenta do Google (Google Earth), no site da Secretaria de Saúde da prefeitura de Campinas, é disponibilizado acesso ao “mapa da região de Campinas, com a divisão em Distritos, Centros de Saúde e Setores Censitários”.

Figure 1.Distritos de saúde de Campinas-SP. Fonte: http://www.saude.campinas.sp.gov.br/saude/

Assim, as narrativas sobre a percepção da “saúde em rede” de Campinas expõe, ainda, algumas características da população local, no caso do atendimento de um público específico (idosos, mulheres, por exemplo), a cooperação entre igreja, escola e UBS, trazendo para a experiência cotidiana a relação entre lazer, educação, moradia em interface com as ações de cuidado e, especialmente, deslocando para a materialidade de prédios, ruas e construções aspectos relacionados aos cuidados com a saúde da população.

Complementando a discussão, foi organizado um formulário a fim de identificar as características da turma. Afinal, onde moram os estudantes? Quais experiências guardam? Tal movimento também se faz necessário ao observador que, de longe, é possível partilhar um outro olhar sobre os diferentes bairros e distritos de saúde. Nesse contexto, o trabalho “em rede” retoma o caráter identitário de pertencimento, prioriza a promoção de saúde e materializa-se na ação conjunta entre igrejas e unidades básicas de saúde, pela presença de parques, onde são realizados encontros e atividades físicas, afinal “Os moradores utilizam o espaço dos parques? Quais serviços são oferecidos pela UBS?” Os relatos foram distintos e revelaram que os cuidados com a manutenção e preservação local, como também com a segurança, são fatores considerados essenciais para a ocupação do espaço público. Alguns alunos descobriram, ainda, que há espaços com piscina e demais aparelhos de lazer, mantidos pela prefeitura, que oferecem serviços gratuitos para a população, integrando as estratégias locais de promoção da saúde.

Assim, compreendemos que as representações sobre o sistema de saúde brasileiro foram ressignificadas pela memória e história dos alunos. Muitos relataram o orgulho de seus avós, moradores do bairro desde tempos remotos, presenciaram a construção dos prédios, como também identificaram, em alguns casos, o posto de saúde como um lugar de referência em alguns bairros. Em outros casos, o fechamento da UBS local para reforma, suscitou uma discussão sobre o deslocamento da população para outros pontos de atendimento, situação que se faz presente também no noticiário local. Nesse momento, considera-se que o sentido de lugar defendido por Marc Augé (1994) sintetiza o alcance desejado com o trabalho, pois o lugar – UBS – é carregado de afetividade e memória, representando o espaço vivido.

4. Considerações finais

Só, na verdade, quem pensa certo, mesmo que, às vezes, pense errado, é quem pode ensinar a pensar certo. E uma das condições necessárias a pensar certo é não estarmos demasiado certos de nossas certezas. Por isso é que o pensar certo, ao lado sempre da pureza e necessariamente distante do puritanismo, rigorosamente ético e gerador de boniteza, me parece inconciliável com a desvergonha da arrogância de quem se acha cheia ou cheio de si” (Freire, 1996)

Se em sala o ruído das conversas era inconveniente, em ambiente virtual o silêncio dos alunos, mantendo câmeras e microfones desligados, passou a incomodar. Talvez esse tenha sido o primeiro impacto acarretado pela mudança de ambiente e, em igual medida, um estímulo para que as aulas fossem revistas e reestruturadas, buscando uma maior participação dos alunos.

As principais decisões tomadas ao longo do semestre envolveram, entre outros aspectos, o cuidado de não tornar o aluno um espectador passivo, convidando-os a repensar a saúde pública no Brasil. Para tanto, julgamos que ao revisitar o espaço que habita, rememorando a UBS em seu bairro, o aluno poderia também sensibilizar o olhar para um projeto de saúde que afeta a vida, revelando tanto as desigualdades sociais, a discriminação, a violência, como também a rede de cooperação entre diferentes instituições e políticas sociais que afetam diretamente a vida da população.

Em meio à pandemia e incertezas no campo da educação superior, as palavras de Freire (1996) confortam e nos alertam para o fato de que, como professores, precisamos querer acertar, mas não necessariamente estar sempre certos. Essa foi a percepção do primeiro semestre de 2020, quando de forma abrupta fomos movidos do lugar comum e impulsionados a migrar para um outro espaço. Diante desse quadro, podemos considerar que se tratou de um processo de construção e aprendizagem para professores – buscando estratégias para alcançar a realidade da saúde pública no Brasil – e alunos – que se viram diante do desafio de se manter atentos e comprometidos mesmo diante da “novidade” das aulas presenciais à distância.

Referências

Augé, M. (1994). Não-lugares: Introdução a uma antropologia da supermodernidade. Papirus.

Menezes, M. A. (2007). Benjamin: olhares sobre o cenário urbano. História Revista, 12(1), 2.

Haeser, L. D. M., Büchele, F., & Brzozowski, F. S. (2012). Considerações sobre a autonomia e a promoção da saúde. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 22, 605-620.

Oliveira, L. A. D., Cecilio, L. C. D. O., Andreazza, R., & Araújo, E. C. D. (2016). Processos microrregulatórios em uma Unidade Básica de Saúde e a produção do cuidado. Saúde em Debate, 40, 8-21.

Freire, P. (1996). Pedagogia da autonomia. 25ª Edição. Editora Paz e terra.

Freire, P. (2014). Educação e mudança. 12ª Edição. Editora Paz e terra.